FAQ

A principal diferença do transplante capilar FUE, em relação à técnica da tira, é a maneira como as unidades foliculares são extraídas. Pela técnica FUE os folículos são retirados, um a um, com auxílio de instrumentos milimétricos, o que não deixa cicatrizes visíveis e permite que o paciente utilize o cabelo curto. Além disso não há pontos, nem pensos ou ligaduras pelo que o pós-operatório é tranquilo e indolor.

Não. O procedimento é realizado num bloco operatório preparado para este tipo de cirurgia e o paciente entra e sai no mesmo dia.

A anestesia aplicada é local.

Normalmente o paciente não sente dor após o transplante. Por vezes, raramente, pode apresentar um ligeiro desconforto, que cede com o uso de analgésicos comuns.

Infelizmente não. Há casos em que o transplante não é uma opção, por isso é fundamental uma avaliação médica prévia.

Em termos gerais, se o indivíduo é saudável, não apresenta nenhuma doença importante e possui uma boa zona doadora (zona lateral e posterior da cabeça), é um potencial candidato ao transplante capilar. No entanto reforçamos que a avaliação médica é indispensável para investigar as causas responsáveis pela queda de cabelo e para recomendar a cirurgia como o tratamento mais indicado para o paciente.

Normalmente recomendamos repouso nos 2 dias que se seguem à cirurgia. Todavia não existe nenhuma contraindicação ao regresso imediato à sua rotina, desde que não implique esforço físico extenuante.

Os resultados do transplante capilar são permanentes. Como o cabelo transplantado provém de zonas que não estão sujeitas à ação do DHT (hormona responsável pela calvície), não possui o código genético que leva à queda dos cabelos.

Recomendamos que não aplique químicos na cabeça durante os primeiros 45-60 dias após o procedimento. Depois desse período o paciente pode retomar a sua rotina normal relativa aos seus cabelos. Para outros cuidados, oferecemos um kit pós-operatório aos nossos pacientes. Este kit é feito com base nas características de cada paciente e personalizado às necessidades do mesmo.

Porém achamos importante ressaltar que o uso contínuo de químicos no couro cabeludo, assim como a tração frequente exercida nos brushings e alguns penteados, podem danificar os cabelos e provocar a queda dos mesmos, sejam eles transplantados ou não.

Não, desde que tenha sido feita uma avaliação correta por um médico experiente especializado na área.

Não. Antigamente os cabelos eram implantados em linha reta (o que não existe na natureza) e eram utilizadas unidades foliculares de 3 ou mais cabelos na linha da frente, o que dava um aspeto de tufos e/ou artificial. Hoje em dia já existem técnicas que permitem que o resultado estético seja satisfatório e natural. No entanto são técnicas que exigem cuidado e experiência, pelo que deverão ser realizadas apenas por uma equipa médica especializada em transplantes capilares e com uma vasta experiência na área.

Sim. Normalmente são solicitadas análises ao sangue e um eletrocardiograma. No entanto, durante a avaliação, o médico poderá solicitar outros exames que julgue necessário.

Não porque os cabelos seriam rejeitados e voltariam a cair.

Sim, é possível. No entanto não recomendamos o uso de pêlos corporais porque o ciclo de crescimento e a qualidade dos mesmos é diferente, o que comprometeria o resultado final do transplante.

Não. Como os cabelos transplantados são da própria pessoa, não existe o risco de rejeição.

Sempre que existe um corte há um processo de cicatrização. Como são feitos cortes milimétricos, restarão apenas pontos esbranquiçados muito pequenos (menores que 0.5mm de diâmetro) nas zonas de onde foram extraídas as unidades foliculares. Esses pontos esbranquiçados são praticamente invisíveis, o que permite o uso de cabelo curto.

Os resultados são progressivos. Começa a notar-se resultados a partir do 4º mês e o resultado final é visto entre o 10º e o 12º mês após a realização do transplante.

Sim. É comum o transplante de cabelos da cabeça para outras zonas do corpo como barba, bigode, patilhas, sobrancelhas, tórax e púbis.

Pedimos ao paciente que compareça à cirurgia com o cabelo por cortar e com o penteado de uso habitual. Dessa maneira é possível fazer uma melhor avaliação do cabelo existente e que grau de cobertura proporciona. Minutos antes de realizar o procedimento rapamos a zona dadora (de onde vamos extrair os cabelos). Pode rapar-se a cabeça na totalidade, ou rapar faixas estreitas que ficam disfarçadas por entre as faixas de cabelo comprido. Mas só o médico poderá avaliar o que é mais adequado em cada caso.

O primeiro passo será escolher um médico que tenha uma vasta experiência nessa área e verificar se o local onde pretende realizar o procedimento tem as condições adequadas (bloco operatório certificado para este tipo de cirurgia). Depois deverá agendar uma consulta de avaliação médica para que seja discutido pessoalmente o seu caso e elaborado um plano de tratamento adequado para si.

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