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Informações Úteis

Algumas informações são muito úteis quando há dúvidas quanto a submeter-se ou não a uma cirurgia de transplante capilar. São apresentados aqui vários tópicos, desde a consulta, planeamento cirúrgico, maneiras de abordar a calvície, a escolha do médico e até alguns cuidados a considerar.

 

Procedimentos com vista no futuro

Os cabelos não transplantados, que existem nas zonas propensas à calvície, poderão continuar a cair. Ao avaliar a área recetora, o médico deverá analisar cuidadosamente a tendência de evolução daquela área para a calvície. Assim, poderá identificar quais são as áreas com cabelos que provavelmente cairão no futuro. Essa análise é feita levando-se em consideração a idade, grau da calvície e histórico familiar de 2 ou 3 gerações anteriores, além da análise microscópica do couro cabeludo e cabelos.

Médico e paciente devem ser prudentes. A linha de frente deve ser atemporal, estando em harmonia com o rosto,  independentemente da idade.

Como a área doadora é finita e não há como definir com exatidão a velocidade e severidade com que o processo de calvície irá evoluir, damos preferência a um design com algumas entradas. Isto possibilita uma diminuição da área recetora e, consequentemente, maior volume e densidade dos cabelos transplantados.

O resultado é um conjunto de aparência mais natural, sem alteração da fisionomia e com boa densidade.

Em resumo: Antes de traçar a estratégia mais adequada, é importante lembrar que a calvície é  progressiva. A marcação das zonas recetoras deve ser individual e personalizada, levando-se em consideração a idade do paciente, a extensão da área calva, a extensão da área doadora e principalmente, a previsão da evolução da calvície.

Só o médico poderá avaliar o plano terapêutico adequado ao seu caso, a fim de obter os melhores resultados.

 

Consulta

Quando se fala em transplantes capilares, os anúncios comerciais e as altas pressões de venda estão cada vez mais presentes. Para o paciente, pode ser muito difícil tomar uma decisão de forma objetiva e racional.

Em muitos locais é oferecida uma primeira consulta gratuita, quase sempre realizada por um comercial, que é somente uma ferramenta de venda e que não está capacitado para fazer diagnósticos, e muito menos para decidir tratamentos. Nestes locais, o paciente normalmente só conhece o médico no dia da sua intervenção e muitas vezes o que foi prometido pelo consultor não condiz com a realidade.

Cada paciente tem necessidades diferentes e especiais. Por isso, temos uma abordagem individualizada.

Recomendamos e realizamos sempre consultas exclusivamente médicas, para que cada paciente possa explorar todas as possibilidades de tratamento para a sua calvície e assim, consiga tomar a decisão mais acertada para o seu caso.

Consideramos que a consulta pessoal com o médico é indispensável antes da cirurgia, pois é nela que são feitos os diagnósticos necessários e é onde fica estabelecida a relação fundamental de confiança médico-paciente.

É possível fazer uma avaliação online, mas esta não substitui a consulta antes da realização de qualquer tratamento.

 

Planeamento cirúrgico

Com os dados obtidos durante a consulta médica, é traçado um plano global de tratamento que varia de acordo com as características do cabelo e com o grau de calvície de cada paciente.

Só após a consulta médica será possível determinar:

 

Se a cirurgia está indicada e em quais regiões;

Quantas sessões cirúrgicas serão necessárias;

Se o tratamento clínico associado está indicado;

Se o grau de expectativa do paciente corresponde ao que a cirurgia pode oferecer.

 

Maneiras de abordar a calvície

 

HÁ 3 MANEIRAS DE ABORDAR A SUA CALVÍCIE:

 

Não fazer nada, e aceitar o facto de que ser calvo também pode ter o seu charme;

Iniciar tratamento clínico, que pode retardar o processo, mas que só valerá a pena se ainda houver cabelos “a salvar”;

Submeter-se a um transplante capilar, que poderá melhorar a sua imagem e auto estima.

Aqui entra uma questão muito importante: é melhor ser calvo do que ter um transplante mau feito ou mal planeado. Muitos dos procedimentos que já realizamos envolveram reparações de transplantes capilares. Por isso, tenha sempre em mente que a escolha do médico é o primeiro passo para uma cirurgia de sucesso!

 

A escolha do médico

O transplante capilar é uma cirurgia que tem resultados bastante naturais quando realizada por equipas experientes e de referência. Com o crescente aumento da oferta de transplantes capilares, a escolha do médico poderá ser algo difícil. Mas esta é uma decisão muito importante, pois o resultado terá impacto em sua vida e a escolha errada poderá também comprometer o seu estado emocional. Assim, a sua escolha deverá ser criteriosa. Seguem algumas dicas que poderão ser úteis.

 

FORMAÇÃO

Verifique a formação geral do médico, se possui cursos específicos nesta área e se é membro de sociedades de cirurgia capilar.

 

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

É fundamental que a equipa tenha vasta experiência, com muitos procedimentos realizados.

 

DEDICAÇÃO

É importante que a equipa esteja em dedicação exclusiva à cirurgia capilar.

 

PARTICIPAÇÃO EM CONGRESSOS DA ÁREA

Como em qualquer área da medicina, é indispensável a atualização dos profissionais.

 

REFERÊNCIAS NO MEIO MÉDICO

Os melhores médicos são reconhecidos por colegas pelo seu trabalho.

 

REFERÊNCIAS DE OUTROS PACIENTES

Ter conhecidos que já tenham sido operados por um determinado médico e que estejam satisfeitos, pode auxiliar muito na escolha. Fotografias de resultados também podem ajudar, mas certifique-se de que as fotos mostradas correspondem a fotos de pacientes operados pelo médico em questão.

 

Alguns cuidados a considerar

 

CUSTO MUITO BAIXO

Algumas clínicas oferecem serviços a preços bastante aliciantes, porém desconfie. A cirurgia capilar é um procedimento médico e deve ser realizado por profissionais experientes. Os resultados de um transplante mal feito são definitivos e muitas vezes de difícil correção. Use o seu bom senso.

 

GRANDE INSISTÊNCIA

Desconfie dos centros que insistentemente entram em contacto para tentar convencê-lo a ser operado. As pressões são negativas e muitas vezes levam as pessoas a tomar decisões precipitadas.