Clonagem Capilar

Atualmente existem duas vertentes de investigação conhecidas como clonagem capilar. Uma é baseada numa técnica de divisão do folículo piloso, sendo mais corretamente chamada de multiplicação capilar. A outra, que poderia ser realmente chamada de clonagem, envolve o cultivo de células capilares em laboratório.

 

MULTIPLICAÇÃO CAPILAR

A clonagem cirúrgica por divisão ou multiplicação capilar implica a extração do folículo pelas técnicas tradicionais de cirurgia capilar e sua posterior divisão em 2 partes. Com esta técnica, seria possível gerar o dobro de folículos em relação aos que foram extraídos num transplante capilar, pois cada folículo daria origem a dois outros. Para que tal seja possível, é imprescindível que o folículo seja cortado exatamente no seu terço inferior.

Esta técnica possui vários detalhes que comprometem a sua realização. Além da dificuldade da precisão exigida, sabe-se que, ao dividir o folículo piloso, é provável que a quantidade de células da papila dérmica seja reduzida, o que faria com que os cabelos gerados pelos clones fossem mais finos do que os cabelos produzidos pelos folículos pilosos intactos.

 

CLONAGEM CAPILAR EM LABORATÓRIO

A clonagem por cultivo de células implica a extração do folículo, separação e cultivo dos componentes do mesmo em laboratório, para posterior injeção das células germinativas no couro cabeludo.

 

 

Esta técnica encontra-se em desenvolvimento e apresenta ainda alguns obstáculos a serem superados.

Ao contrário do transplante capilar, na clonagem capilar não há garantia de que o cabelo irá crescer na direção correta, ou que possuirá a cor e espessura adequados.

Outro problema técnico para o transplante de células clonadas é que, quando estas células multiplicam-se em laboratório, podem agir como fibroblastos (células da pele) em vez de cabelos. Além disso podem existir problemas de segurança com o transplante de células clonadas, já que estas também podem crescer de forma desorganizada e resultar em tumores, embora esta possibilidade seja remota.

Por ainda não se conhecer todos os efeitos secundários, este tratamento ainda não foi aprovado nem pode ser aplicado.

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